Meu Perfil
BRASIL, Homem, Esportes



Histórico


Categorias
Todas as mensagens
 cirurgia plastica


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 Cirurgia Estetica
 Twitter Plasticas


 
Cirurgia Estetica


Como escolher a Prótese de Silicone

Quando uma mulher decide aumentar os seios uma das principais dúvidas é qual a melhor prótese de mama? Afinal como escolher a prótese de silicone que é ideal para mim e para o meu corpo? Essas perguntas são feitas todos os dias nas diversas clínicas de cirurgia plástica. 

 

Entenda como escolher a prótese de silicone


A primeira questão é entender que cada um possui suas características físicas individuais e geralmente o que fica bom para uma pessoa pode não ficar bom para outra. Então não adianta chegar até o cirurgião plástico e pedir determinado tamanho ou determinado tipo de prótese de silicone porque uma amiga colocou e ficou ótimo.

 

É preciso avaliar as próprias características físicas e as expectativas para fazer a escolha certa. Além disso, é o cirurgião plástico que vai fazer uma avaliação e auxiliar nessa escolha, pois há inúmeros fatores que precisam ser observados para escolher a prótese de silicone ideal.

 

Por exemplo, há muitos tipos de próteses de mama diferentes: perfil baixo, perfil moderado, perfil alto, perfil anatômico, prótese lisa, prótese texturizada, prótese de poliuretano. Ainda podemos escolher o plano de colocação da prótese de silicone, que pode ser abaixo do músculo, duplo plano ou acima do músculo e colocar a cicatriz na axila, na aréola ou abaixo da mama.

 

E tudo isso pode ser associado de maneira independente, podendo ser escolhido um tipo de prótese, um tipo de cicatriz e um local para colocação da prótese que se adapte melhor a cada paciente, visando sempre os resultados mais naturais.


Por isso, todos esses itens precisam ser observados antes de escolher a prótese de silicone. Quanto ao tamanho, é preciso analisar as suas expectativas e desejos e conversar com o cirurgião plástico, para que ele possa avaliar qual o tamanho que melhor se encaixa no que a paciente deseja sem perder a naturalidade.

É o médico o mais indicado para entender as necessidades de cada paciente e ajudar a como escolher a prótese de silicone e o plano de colocação, que irá proporcionar os melhores resultados de acordo com as características de cada um.


Para isso é fundamental procurar por um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. São as expectativas do paciente somadas ao conhecimento do médico especialista que chegam até a melhor escolha de prótese de mama. Para saber mais sobre essa e outras cirurgias tire suas dúvidas com o Dr. André Colaneri.

 



 

 

 



Escrito por Dr. André Colaneri às 12h53
[] [envie esta mensagem] [ ]



Drenagem linfática é essencial no pós-operatório de algumas cirurgias

Cada cirurgia plástica exige alguns cuidados específicos no pós-operatório e, algumas delas, necessitam da realização de tratamentos estéticos complementares, como a drenagem linfática, para ajudar na aceleração da recuperação e na otimização dos resultados.

 

A Drenagem linfática é essencial no pós-operatório de cirurgias como a lipoaspiração e a abdominoplastia, porque após a realização desse tipo de procedimento cirúrgico a pessoa retém uma quantidade maior de líquido do que o corpo consegue drenar, resultado no inchaço local. Por isso, a drenagem é fundamental para ajudar a reduzir o inchaço e melhorar a circulação sanguínea, contribuindo até para aliviar as dores do pós-operatório e acelerar a cicatrização.

A Drenagem linfática pode ser feita com o auxílio de aparelhos eletrônicos ou manualmente, além de reduzir o inchaço através da retirada rápida do líquido que se acumula entre as células. No pós-operatório é indicada a drenagem manual. O tratamento também favorece a hidratação, nutrição celular e a captação de oxigênio, devido à redução do inchaço e consequente melhora da circulação. O que também possibilita uma melhoria das condições do tecido no momento da cirurgia e o aumento da capacidade de reabsorção dos hematomas após o procedimento cirúrgico.


Entenda porque a drenagem linfática é essencial no pós-operatório

 

Outro motivo do porque a drenagem linfática é essencial no pós-operatório é   que ela diminui o processo inflamatório causado pelas cirurgias. Além da lipoaspiração e abdominoplastia, o tratamento de drenagem linfática também pode ser indicado após mamoplastia, prótese de mama, ritidoplastia, entre outros procedimentos cirúrgicos.

 

No entanto, alguns pós-operatórios também necessitam de um repouso nos primeiros dias, então é fundamental seguir as recomendações médicas sobre quando iniciar a drenagem linfática e quantas sessões são indicadas.

 

 

Para saber mais informações sobre o pós-operatório de cirurgias plásticas leia os artigos do Dr. André Colaneri, Cirurgião Plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

 

 





Escrito por Dr. André Colaneri às 16h32
[] [envie esta mensagem] [ ]



Como escolher a Prótese de silicone

Quando uma mulher decide aumentar os seios uma das principais dúvidas é qual a melhor prótese de mama? Afinal como escolher a prótese de silicone que é ideal para mim e para o meu corpo? Essas perguntas são feitas todos os dias nas diversas clínicas de cirurgia plástica.

 

 Como escolher a Prótese de silicone

 

Entenda como escolher a prótese de silicone

A primeira questão é entender que cada um possui suas características físicas individuais e geralmente o que fica bom para uma pessoa pode não ficar bom para outra. Então não adianta chegar até o cirurgião plástico e pedir determinado tamanho ou determinado tipo de prótese de silicone porque uma amiga colocou e ficou ótimo.

 

É preciso avaliar as próprias características físicas e as expectativas para fazer a escolha certa. Além disso, é o cirurgião plástico que vai fazer uma avaliação e auxiliar nessa escolha, pois há inúmeros fatores que precisam ser observados para escolher a prótese de silicone ideal.

 

Por exemplo, há muitos tipos de próteses de mama diferentes: perfil baixo, perfil moderado, perfil alto, perfil anatômico, prótese lisa, prótese texturizada, prótese de poliuretano. Ainda podemos escolher o plano de colocação da prótese de silicone, que pode ser abaixo do músculo, duplo plano ou acima do músculo e colocar a cicatriz na axila, na aréola ou abaixo da mama.

 

E tudo isso pode ser associado de maneira independente, podendo ser escolhido um tipo de prótese, um tipo de cicatriz e um local para colocação da prótese que se adapte melhor a cada paciente, visando sempre os resultados mais naturais.


Por isso, todos esses itens precisam ser observados antes de escolher a prótese de silicone. Quanto ao tamanho, é preciso analisar as suas expectativas e desejos e conversar com o cirurgião plástico, para que ele possa avaliar qual o tamanho que melhor se encaixa no que a paciente deseja sem perder a naturalidade.

É o médico o mais indicado para entender as necessidades de cada paciente e ajudar a como escolher a prótese de silicone e o plano de colocação, que irá proporcionar os melhores resultados de acordo com as características de cada um.


Para isso é fundamental procurar por um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. São as expectativas do paciente somadas ao conhecimento do médico especialista que chegam até a melhor escolha de prótese de mama. Para saber mais sobre essa e outras cirurgias tire suas dúvidas com o Dr. André Colaneri.

 



 

 

 



Escrito por Dr. André Colaneri às 17h45
[] [envie esta mensagem] [ ]



Mitos e verdades dos tratamentos estéticos durante o inverno

Quando falamos em tratamentos estéticos durante o inverno surgem diversas dúvidas relacionadas ao assunto. Os mitos e verdade dos tratamentos estéticos durante o inverno são frequentes quando a estação começa a se aproximar, sejam nos grupos sociais, na internet ou no dia a dia as pessoas irão se deparar com comentários sobre esse assunto.

No inverno a pele já costuma ficar mais seca, por esse motivo muitas pessoas procuram pelos tratamentos estéticos durante o inverno. Mas além de auxiliar o tratamento e hidratação da pele, essa época do ano também é indicada para outros tratamentos estéticos devido a outros fatores.

 

O inverno é uma boa estação para realizar os tratamentos estéticos?

A verdade é que o inverno costuma ser uma boa época do ano para se realizar tratamentos estéticos e até cirurgias plásticas. Isso porque durante o inverno a temperatura é mais baixa e a baixa incidência de raios solares auxilia na correta recuperação, fazendo com que os resultados sejam potencializados ao se evitar o calor excessivo e a exposição ao sol.

A radiação solar está presente em qualquer época do ano, porém no inverno as pessoas costumam frequentar menos as praias e piscinas, o que evita que elas se exponham de forma agressiva ao sol.

Existe também a grande vantagem de quem fizer tratamentos no inverno estar pronta para aproveitar o verão, visto que não se deve tomar sol durante o período de recuperação.

 

Cuidados e mitos relacionados com a pele durante o inverno

Um dos maiores mitos em relação a tratamentos estéticos no inverno é que nesse período deve-se abusar de hidratantes mais oleosos. Dependendo do tipo de pele, o uso desse tipo de hidratante pode ocasionar em aparecimento de acne na pele. Independente da época do ano, a pessoa deve usar o hidratante indicado para o tipo de pele que ela possui.

Outro grande mito é relacionado com o protetor solar, ele sempre deve ser utilizado. Em dias nublados ou chuvosos somente a luminosidade diminui, os raios UV continuam presentes e continuam atingindo a pele, por isso é importante o uso frequente de protetor solar.

Como o dano pelo ultravioleta é cumulativo, ou seja, ele se dá pela exposição de uma vida inteira, quanto menos exposição a ele, melhor para a pele.

 

Tratamentos estéticos indicados para serem feitos no inverno

Durante o inverno alguns dos tratamentos que podem ser realizados são os para diminuir celulites, estrias, gordura localizada e flacidez. Além desses tratamentos existem outros que costumam ser indicados, como:

  • Peeling: de acordo com a profundidade do peeling, a pele pode passar por uma descamação que pode ser intensa ou não. São utilizados produtos específicos para se realizar o peeling e tudo isso a deixa mais sensível durante o verão, já que a incidência de raios UV costuma ser bem maior. A exposição ao sol depois de um peeling pode provocar manchas na pele. Quanto mais escura a pele, maior propensão a manchar.

 

  • Depilação definitiva: a depilação definitiva é realizada com aparelhos específicos a laser. Ao realizar esse procedimento é indicado que o paciente não se exponha de forma alguma ao sol.

 

Independente da época do ano e do tratamento a ser realizado, deve ser incluída uma alimentação saudável, inclusive durante o inverno. Durante também essa época do ano é recomendado que seja aumentado o consumo de frutas, legumes e verduras. Esses alimentos são ricos em antioxidantes, que protegem a pele.

Para entender melhor e esclarecer suas dúvidas a respeitos dos mitos e verdades dos tratamentos estéticos durante o inverno, acesso os artigos e matérias do Dr. André Colaneri e saiba mais sobre os tratamentos estéticos. O Dr. Colaneri possui título de especialista e é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Dr. André Colaneri às 15h51
[] [envie esta mensagem] [ ]



Cirurgia plástica íntima

Algumas mulheres ainda não sabem da existência da cirurgia plástica íntima e do que isso pode fazer pela sua autoestima. Afinal, as cirurgias plásticas íntimas ainda são pouco conhecidas e comentadas, mas a procura por elas tem crescido gradualmente e é importante conhecer as especificações e os tipos de cirurgia íntima que existem.

 

Basicamente a cirurgia íntima é uma cirurgia plástica estética que visa melhorar a aparência da genitália feminina, visando o bem-estar e a autoconfiança da paciente.

 

Tipos de cirurgia plástica íntima

Há vários tipos de cirurgia plástica íntima, sendo as mais procuradas a ninfoplastia, que é a redução dos pequenos lábios vaginais; a redução do Monte de Vênus e o preenchimento dos grandes lábios vaginais.

 

A ninfoplastia, que também é conhecida como labioplastia, visa a redução dos pequenos lábios vaginais, que são duas pregas de pele que ficam internamente aos grandes lábios e lateralmente à entrada da vagina. Quando muito grandes eles ficam aparentes, como uma sobra de pele flácida.


Já a redução do Monte de Venus, visa reduzir o tamanho daquela protuberância acima do púbis e abaixo da marca do biquíni, quando esta possui proporções exageradas. Na maioria dos casos, por ser um acúmulo de gordura, uma lipo local resolve. Nos raros casos em que há também flacidez de pele, uma retirada de um fuso de pele ajuda a esticar e corrigir o excesso. 



Por fim, a cirurgia plástica íntima de correção dos grandes lábios vaginais, visa melhorar a aparência dessas estruturas, que se localizam entre a virilha e a fenda vaginal, geralmente abaulada, escondendo internamente os pequenos lábios. Com o passar da idade é comum a mulher perder gordura dos grandes lábios, passando a apresentar uma flacidez no local. A cirurgia de correção pode ser o enxerto de gordura para preencher a pele flácida ou, em raros casos, retirar um pouco de pele.


Outra cirurgia íntima que costuma ser procurada é a perineoplastia, porém está não é estética. É um procedimento indicado para estreitar a entrada da vagina, geralmente depois de partos normais e é realizada por ginecologistas.

                                                    

Especificações da cirurgia plástica íntima

 

Sobre as especificações das cirurgias, em termos gerais, elas são de pequeno porte, realizadas com anestesia local e a alta é no mesmo dia, com retorno as atividades do cotidiano em cerca de três dias. Assim a realização de uma cirurgia plástica íntima acaba sendo bem discreta, já que a recuperação é relativamente rápida.

 

Os diferentes tipos de plásticas íntimas também podem ser associados entre si em uma mesma cirurgia. O resultado da cirurgia plástica íntima é uma grande elevação da autoestima, as pacientes ficam mais relaxadas, confiantes e com maior segurança para lidar com a sua intimidade e com o convívio social.

 

Para saber mais detalhes sobre a cirurgia plástica íntima acesse os artigos e as perguntas freqüentes respondidas pelo Dr. André Colaneri, Cirurgião Plástico Especialista e Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

 






Escrito por Dr. André Colaneri às 15h25
[] [envie esta mensagem] [ ]



Cicatrização de cirurgia plástica

Todas as etapas de uma cirurgia plástica são de extrema importância para que os resultados sejam satisfatórios. E com o período pós-operatório não seria diferente, afinal é a fase em que o corpo está se recuperando e é importante entender como funciona a cicatrização de cirurgia plástica.

O primeiro ponto importante a destacar é que é fundamental seguir todas as orientações do cirurgião plástico após a cirurgia, geralmente há cuidados específicos para o pós-operatório de cada tipo de procedimento, mas há também indicações gerais a todas as cirurgias plásticas como não se expor ao sol por determinado período.

Outra questão que vale a pena ressaltar é que a cicatrização de cirurgia plástica tem um período determinado que na maioria dos casos é lento, é preciso ter paciência e aguardar a recuperação do organismo.

Cada tipo de cirurgia plástica possui um período específico de recuperação completa, algumas de meses outras de cerca um ano, é importante respeitar esse período especificado pelo médico e só analisar o resultado final e a aparência da cicatriz após esse tempo. 

 

Entenda como funciona a cicatrização de cirurgia plástica

 

cicatrização de cirurgia plástica passa por algumas etapas, há o período imediato, que no geral vai até o 30o dia após a cirurgia; o período mediato que pode ir até o 12o mês e é quando se inicia a mudança de cor da cicatriz e o período tardio, que pode ir até o 18o mês, quando a cicatriz torna-se mais claro, menos consistente e atinge seu aspecto final.
Mas é importante dizer que a qualidade da cicatriz pode variar: fina, plana ou grossa, alargada e até em alto relevo. E uma cicatriz de boa qualidade se deve a alguns fatores controláveis pelos médicos e outros não. Evitar infeção, fazer a sutura com técnica apurada, evitar tensão na cicatriz, são preceitos básicos para o cirurgião obter uma boa cicatrização de cirurgia plástica.

 

Já os cuidados pós-operatórios e a tendência de formação de quelóides é inerente ao paciente, e não controlável pelo cirurgião. Por isso é necessário escolher um profissional especializado para realizar sua cirurgia e depois seguir corretamente todos os cuidados e orientações para uma recuperação adequada. Todos esses fatores contribuem para que a cicatrização de cirurgia plástica aconteça da melhor forma possível.

No caso das quelóides são tendências genéticas do próprio organismo do paciente e não há como o médico interferir nesse processo.


Para entender melhor o que são quelóides e esclarecer outras dúvidas sobre cirurgias plásticas acesse os artigos escritos pelo Dr. André Colaneri, Cirurgião Plástico Especialista e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.




Escrito por Dr. André Colaneri às 10h40
[] [envie esta mensagem] [ ]



Tipos de lipoaspiração

Todos nós já ouvimos falar e conhecemos a cirurgia plástica de lipoaspiração, mas o que muitos não sabem é que há diversas variações, vários tipos de lipoaspiração, como a lipoescultura, a mini lipo ou lipo light, entre outros. 

É importante entender as especificações e indicações de cada um desses tipos de lipoaspiração, para que você possa conhecer o procedimento mais adequado para o seu problema. Mas vale ressaltar que quem deve avaliar cada caso e decidir qual o melhor procedimento é o cirurgião plástico.


Quais as diferenças entre os tipos de lipoaspiração

Vamos conhecer os tipos de lipoaspiração e entender qual a função de cada uma e as diferenças entre elas. Primeiro, vamos para a definição da lipoaspiração em si: é uma técnica cirúrgica na qual a gordura é aspirada por meio de uma cânula, pode ser realizada em diversas partes do corpo.

Um dos tipos de lipo mais conhecidos é a Lipoescultura, que é uma lipoaspiração na qual parte da gordura aspirada é injetada em outras partes do corpo para o preenchimento dessa área (como os glúteos, vincos da face, etc).

Há também a vibrolipoaspiração, que é realizada a partir de um aparelho que faz a cânula vibrar, facilitando a penetração na gordura e fazendo com que a aspiração seja menos traumática.

E a lipoaspiração ultrassônica, que é a lipoaspiração em que na primeira fase da cirurgia se insere uma cânula com ponta de ultrassom, que visa liquefazer a gordura. Em seguida se faz a lipoaspiração tradicional, para aspirar a gordura liquefeita e a que não foi totalmente liquefeita.

Além desses tipos de lipoaspiração, existe a Mini Lipo ou Lipo light, que é uma lipoaspiração realizada por setores, ou seja, por partes, com volume menor lipoaspirado, geralmente realizada em clínicas ou consultórios. É indicada para uma retirada menor de gordura.

E o procedimento não cirúrgico da Hidrolipoclasia, onde se injeta soro fisiológico ou água destilada na gordura e depois se realiza ultrassom externo, visando liquefazer a gordura. Pode ser repetido algumas vezes, mas em alguns casos o ultrassom externo é pouco eficaz.

Por fim, para encerrar os tipos de lipoaspiração, há o HLPA, também conhecido como hidrolipo aspirativa, que é a associação da hidrolipoclasia e da lipoaspiração tradicional ou vibrolipoaspiração. É geralmente realizada por partes do corpo e são necessárias várias sessões.

Mas vale ressaltar que as denominações "minilipo, lipo light, HLPA” não são nomes científicos, todas são lipoaspirações com anestesia local, como nome mais interessante apenas.

 

Como escolher o tipo de lipoaspiração

Agora que já especificamos os tipos de lipoaspiração, é importante ressaltar que a noção que algumas pessoas têm de que realizar vários procedimentos menores, em clínicas ou consultórios, é mais seguro do que um procedimento único e mais extenso em hospital é uma conclusão equivocada.

É fundamental passar pela avaliação médica com um cirurgião plástico especializado, somente ele poderá te indicar qual o tipo de lipoaspiração que é mais adequado para que os seus resultados sejam satisfatórios.

Pra esclarecer melhor esse assunto acesse os artigos e matérias do Dr. André Colaneri e saiba mais sobre os tipos de lipoaspiração e seus riscos. O Dr. Colaneri possui título de especialista e é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.



Escrito por Dr. André Colaneri às 08h41
[] [envie esta mensagem] [ ]



O que é otoplastia?

Você sabe o que é otoplastia? A otoplastia é popularmente conhecida como cirurgia de orelha e tem como objetivo corrigir orelhas salientes ou desfiguradas. É uma cirurgia plástica que pode melhorar a forma, a posição, o tamanho ou as proporções das orelhas.
Pode ser realizada por adultos e por crianças a partir dos 6 anos de idade.

 

Entenda o que é otoplastia

A cirurgia corrige também defeitos na estrutura das orelhas presente desde o nascimento ou trata orelhas deformadas causadas por lesão.

A otoplastia cria uma forma natural, dando equilíbrio e proporção às orelhas e à face.
O que beneficia a aparência e aumenta a autoestima e bem estar.

Agora que você já sabe o que é otoplastia é importante entender como ela é feita.
A cirurgia é realizada através de uma ou mais incisões atrás da orelha, seguindo a dobra natural da pele para escondê-las. O que faz com que a cicatriz fique quase imperceptível.

 

A correção das orelhas de abano usa técnicas cirúrgicas para criar ou aumentar o anti-hélice e para reduzir a cartilagem da concha. Já pode ser notada a diferença logo após a otoplastia, apesar da maior parte do inchaço levar ao menos 21 dias para desaparecer.

 

Indicações da otoplastia:

• Orelhas muito grandes, uma condição rara chamada macrotia;

• Orelhas salientes que ocorrem em um ou ambos os lados em diferentes graus, como as orelhas de abano;

• Insatisfação do adulto com o formato ou tamanho das orelhas, ou insatisfação com cirurgia prévia da orelha.

 

Para maiores dúvidas sobre essa ou outras cirurgias plástica, consulte as perguntas freqüentes respondidas pelo Dr. André Colaneri, cirurgião plástico especialista e Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.



Escrito por Dr. André Colaneri às 14h53
[] [envie esta mensagem] [ ]



O que é Bioplastia?

Você sabe o que é Bioplastia? Também conhecida popularmente como cirurgia sem cicatriz, a bioplastia é um procedimento de preenchimento realizado com um produto chamado PMMA. É um procedimento procurada por homens e mulheres e tem como objetivo aumentar alguma região do corpo.         

 

    Entenda o que é Bioplastia


A bioplastia tem sido cada vez mais procurada devido a praticidade e conforto que ela oferece. O procedimento pode ser feito em diversos locais do corpo onde se deseja aumentar o volume, como no nariz, queixo, glúteos, entre outros.

Dependendo do caso, O paciente não será submetido a internação, o processo pode ser feito no próprio consultório médico. Mas, claro que primeiramente o paciente já deverá ter passado por consulta, avaliação médica e estar preparado para a realização do procedimento.

Antes de começar a bioplastia, o cirurgião plástico irá fazer as marcações no local onde será realizado o procedimento. Em alguns casos, não é necessário sedação, apenas anestesia local, isso porque o procedimento é realizado sem cortes, são feitas aplicações com “injeções” do produto que irá realizar o preenchimento. Esse material é biocompatível, ou seja, ele constuma ser bem aceito quando é aplicado no organismo.

A bioplastia leva cerca de 30 a 60 minutos, mais isso vai variar dependendo do local em que será realizada. A aplicação é feita com a quantidade exata para se obter o preenchimento necessário. Após terminar o procedimento, não são aplicados pontos, apenas um esparadrapo, o paciente também não ficará em observação na clínica, após realizar a bioplastia ele já pode ir para casa.

Benefícios e resultados finais da Bioplastia

A bioplastia oferece diversos benefícios, o principal motivo das pessoas procurarem por esse procedimento é o fato de não ocorrer cortes, isso oferece conforto e despreocupação do paciente, que não terá que passar por internação e nem se preocupar com grandes cuidados de um pós-operatório, diferente de uma cirurgia tradicional. Porém, os resultado não podem ser comparados com uma cirurgia, que costuma ser mais completa e proporcionar mudanças mais abrangentes.

Em casos em que não há sedação, o paciente fica consciente durante todo o procedimento, e após a realização do procedimento já está liberado, podendo realizar normalmente as suas atividades. Vale ressaltar, que na região onde for realizado o procedimento poderá surgir leve vermelhidão.

Agora que você já sabe o que é Bioplastia, é muito importante lembrar que esse procedimento é irreversível, por isso fundamental que o paciente converse com o médico que irá realizar o procedimento, explicando quais os resultados e as expectativas que espera em relação a bioplastia. Isso é muito importante porque assim é possível criar uma relação de confiança e o médico irá te esclarecer se o procedimento é correto ou não para o que você está procurando.

Apesar de ser um procedimento simples para o paciente, a bioplastia oferece riscos como qualquer outro procedimento cirúrgico, por isso é fundamental a escolha de um médico especialista e muito profissional para realizar o procedimento. Por ser irreversível, se não for realizada por um médico capacitado a bioplastia pode trazer grandes complicações.



Para maiores dúvidas sobre esse e outros procedimentos cirúrgicos, consulte as perguntas frequentes que são respondidas pelo Dr. André Colaneri, cirurgião plástico especialista e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.


Mas vale ressaltar, que o Dr. André Colaneri, pessoalmente, não realiza esse procedimento com freqüência nem tampouco costuma indicá-lo, por ser um procedimento irreversível e ser impossível de retirar todo o PMMA em caso de alergia ou demais problemas.




Escrito por Dr. André Colaneri às 11h09
[] [envie esta mensagem] [ ]



Hidro LIpo, Mini Lipo, Lipo Light, Lipo Tumescente - Vale a pena?

Hoje muito se tem divulgado sobre técnicas de lipoaspiração, sobretudo as realizadas com anestesia local. Isso se deve ao grande desenvolvimento das técnicas, melhora dos anestésicos locais, aumento da segurança e bons resultados na maioria dos casos.

Na verdade, a lipoaspiração com anestesia local sempre existiu, mas agora pode ser realizada com maior conforto e segurança graças ao desenvolvimento de anestésicos mais eficazes e cânulas menores.

Porém, como golpe de marketing, tenta-se desvencilhar a lipoaspiração tradicional das realizadas com anestesia local, como se fosse uma outra técnica, sugerindo até que não mais é cirurgia. Insinua-se que, se realizada em consultorio, a lipo seria até mais segura. Costuma-se também fracionar a cirurgia em vários procedimentos menores, realizados em intervalos de semanas.

Infelizmente muitas destas afirmações não são verdadeiras. Primeiramente, o ambiente mais seguro para qualquer cirurgia é o centro cirúrgico hospitalar. Somente lá há todos os recursos para a reversão de eventuais e indesejáveis complicações, alem de uma higienização adequada, com menor risco de infecção. Um consultório jamais terá os equipamentos de segurança nem de controle à infecção que os hospitais têm. Segundo, lipo light, minilipo, hidrolipo, lipo tumescente, etc., são todas lipoaspirações e, portanto, cirurgias. E como cirurgias, podem ter complicações, apesar de raras. E, para tratar uma eventual complicação, é necessário ter aparelhos para tanto, que os consultórios não têm.

Outro fator apontado como vantagem nas lipos pequenas, fragmentar a cirurgia em várias menores, na verdade é desvantagem. O risco de ficar com irregularidades entre as várias áreas lipoaspiradas em tempos diferentes é muito maior. É também mais freqüente a insatisfação do paciente devido a pouca retirada de gordura, visto que a anestesia local dura pouco e o procedimento tem que ser rápido. Somando-se a isso, há o risco cumulativo de vários procedimentos, cada um tendo chance de infecção, irregularidades, etc.

Um último e importante ponto a ser ponderado, é a da capacitação profissional de quem executa a cirurgia. Qualquer tipo de lipo (minilipo, lipo-light, micro-lipo, hidrolipo, lipo tradicional, etc.) é lipoaspiração, uma cirurgia do campo da cirurgia plástica e o único médico capacitado para tal é o cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Infelizmente hoje há muitos médicos não cirurgiões plásticos fazendo lipo, e como os hospitais só permitem que os verdadeiros especialistas usem o centro cirúrgico para tal, os não especialistas acabam por fazer em consultórios ou em clínicas.

Por fim, vale a pena frisar que a lipoaspiração é a cirurgia plástica mais realizada entre todas, com ótimos resultados na imensa maioria dos casos e com alto índice de segurança, desde que realizada por especialista e em ambiente hospitalar.

Dr. André G. Freitas Colaneri

Cirurgião Plástico Especialista pela Soc. Brasileira de Cirurgia Plástica



Escrito por Dr. André Colaneri às 08h29
[] [envie esta mensagem] [ ]



 
 

 

 

 

 

A prótese corrige a flacidez das mamas?

 

“Dr, a protese de mama corrige a minha flacidez?”. Acho que perdi a conta de quantas vezes ouvi esta pergunta no consultório. Realmente é uma boa pergunta, de resposta variável. O que pode ser indicado para uma paciente, pode não funcionar para outra semelhante. Vamos então tentar discutir sobre o tema e elucidar o caso.

A flacidez da mama ocorre quando há uma desarmonia entre o conteúdo e o envoltório desta (pele). Enquanto a mama tiver um conteúdo capaz de preencher totalmente seu envoltório, deixando-o esticado, a mama costuma ficar “em pé”, bonita e acima do sulco mamário (dobra abaixo da mama).

A flacidez das mamas costuma ocorrer depois de um episódio de aumento e diminuição de volume., como gravidez, ganho de peso seguido de emagrecimento, etc.

Sabendo que a mama é composta por glândula e gordura, o aumento de volume pode ser devido ao aumento da parte glandular, da parte gordurosa ou de ambas.

Durante a amamentação, a glândula aumenta devido à produção de leite.  Durante o ganho de peso, ao engordar, a mama aumenta devido ao aumento da gordura. Na gestação é comum  a associação destes dois fatores. Ambos fazem a pele esticar para acomodar o maior volume mamário.

Acontece, porém, que a pele é um elástico fraco, que sofre ao ser esticado. As estrias são a marca do rompimento das fibras elásticas da pele. Ela, mesmo sem estrias, não retornará ao tamanho de antes do estiramento, mesmo que a paciente retorne ao peso original. Sempre haverá um laceamento da pele.

Esse laceamento da pele comumente leva à um descompasso entre o volume existente na mama e seu envoltório, a pele. Há mais pele em relação à mama, somado à uma pior qualidade elástica e de suporte da pele, gerada pelo estiramento e rompimento as fibras elásticas. O resultado disso? A queda da mama, também conhecida como ptose.

Sabendo isso então, voltemos à pergunta: “Dr., a prótese de mama corrige a minha flacidez?”. A resposta é: Depende.

OK, vamos retomar a discussão!

Pelo que vimos anteriormente, para a mama ficar esticada é necessário que o conteúdo esteja em harmonia como o envoltório. Podemos, então, fazer três ajustes para adequá-los:

Primeiro: aumentar o conteúdo e esticar a pele até ela ficar tensa novamente. Isso pode ser feito com uma prótese. Mas há limites... A tamanho da prótese deve ser esteticamente aceitável, para não ficar enorme, artificial. Logo, a flacidez de pele deve ser pequena, para que uma prótese de tamanho adequado a estique e ainda fique bonito. Geralmente isso ocorre nos casos de pseudoptose, ou seja, uma flacidez leve em que a aréola ainda está acima do sulco mamário. Este caso é mais comum em mulheres magras com mamas pequenas. Para este caso, a resposta da pergunta é: “Sim, a protese de mama corrige a flacidez”.

Segundo: Reduzir a envoltório e adequá-lo ao conteúdo. Isso é geralmente feito quando o volume da mama é grande ou moderado e não se pretende aumentar, podendo até reduzir. A cirurgia é a mamoplastia redutora (em casos de redução do volume) ou lifting das mamas (mastopexia, quando se pretende levantar sem modificar o tamanho). A cirurgia consiste em retirar o excesso de pele e reduzir a glandula. A cicatriz será proporcional à flacidez, ao excesso de pele a ser retirado: quanto mais pele, mais cortes, mais cicatriz. Neste caso, a resposta é: “Não, a prótese de mama não corrige a flacidez”. Se colocada, a mama ficaria grande e caída.

Terceiro: É a associação dos dois casos acima. Reduzir o envoltório ao mesmo tempo de aumentar o conteúdo. É indicado quando a paciente quer aumentar as mamas, mas tem uma flacidez que não seria compensada com a prótese de volume adequado, precisando ainda retirar pele. Neste caso, a retirada de pele é menor devido ao aumento de volume com a prótese, ficando uma cicatriz menor (muitas vezes apenas ao redor da aréola). No caso em questão, a resposta seria: “A prótese de mama corrige apenas parcialmente a flacidez da mama”.

Para apimentar mais a discussão, ainda existem variáveis pessoais, como o tipo e elasticidade natural da pele, histórico de amamentação, biótipo, genética da paciente. Tudo isso influencia na decisão e pode alterar o resultado de cada uma destas condutas.

Dr. André Colaneri

Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

www.cirurgiaestetica.com.br

 

 



Categoria: cirurgia plastica
Escrito por Dr. André Colaneri às 17h24
[] [envie esta mensagem] [ ]



A prótese corrige a flacidez das mamas?

“Dr, a protese de mama corrige a minha flacidez?”. Acho que perdi a conta de quantas vezes ouvi esta pergunta no consultório. Realmente é uma boa pergunta, de resposta variável. O que pode ser indicado para uma paciente, pode não funcionar para outra semelhante. Vamos então tentar discutir sobre o tema e elucidar o caso.

A flacidez da mama ocorre quando há uma desarmonia entre o conteúdo e o envoltório desta (pele). Enquanto a mama tiver um conteúdo capaz de preencher totalmente seu envoltório, deixando-o esticado, a mama costuma ficar “em pé”, bonita e acima do sulco mamário (dobra abaixo da mama).

A flacidez das mamas costuma ocorrer depois de um episódio de aumento e diminuição de volume., como gravidez, ganho de peso seguido de emagrecimento, etc.

Sabendo que a mama é composta por glândula e gordura, o aumento de volume pode ser devido ao aumento da parte glandular, da parte gordurosa ou de ambas.

Durante a amamentação, a glândula aumenta devido à produção de leite.  Durante o ganho de peso, ao engordar, a mama aumenta devido ao aumento da gordura. Na gestação é comum  a associação destes dois fatores. Ambos fazem a pele esticar para acomodar o maior volume mamário.

Acontece, porém, que a pele é um elástico fraco, que sofre ao ser esticado. As estrias são a marca do rompimento das fibras elásticas da pele. Ela, mesmo sem estrias, não retornará ao tamanho de antes do estiramento, mesmo que a paciente retorne ao peso original. Sempre haverá um laceamento da pele.

Esse laceamento da pele comumente leva à um descompasso entre o volume existente na mama e seu envoltório, a pele. Há mais pele em relação à mama, somado à uma pior qualidade elástica e de suporte da pele, gerada pelo estiramento e rompimento as fibras elásticas. O resultado disso? A queda da mama, também conhecida como ptose.

Sabendo isso então, voltemos à pergunta: “Dr., a prótese de mama corrige a minha flacidez?”. A resposta é: Depende.

OK, vamos retomar a discussão!

Pelo que vimos anteriormente, para a mama ficar esticada é necessário que o conteúdo esteja em harmonia como o envoltório. Podemos, então, fazer três ajustes para adequá-los:

Primeiro: aumentar o conteúdo e esticar a pele até ela ficar tensa novamente. Isso pode ser feito com uma prótese. Mas há limites... A tamanho da prótese deve ser esteticamente aceitável, para não ficar enorme, artificial. Logo, a flacidez de pele deve ser pequena, para que uma prótese de tamanho adequado a estique e ainda fique bonito. Geralmente isso ocorre nos casos de pseudoptose, ou seja, uma flacidez leve em que a aréola ainda está acima do sulco mamário. Este caso é mais comum em mulheres magras com mamas pequenas. Para este caso, a resposta da pergunta é: “Sim, a protese de mama corrige a flacidez”.

Segundo: Reduzir a envoltório e adequá-lo ao conteúdo. Isso é geralmente feito quando o volume da mama é grande ou moderado e não se pretende aumentar, podendo até reduzir. A cirurgia é a mamoplastia redutora (em casos de redução do volume) ou lifting das mamas (mastopexia, quando se pretende levantar sem modificar o tamanho). A cirurgia consiste em retirar o excesso de pele e reduzir a glandula. A cicatriz será proporcional à flacidez, ao excesso de pele a ser retirado: quanto mais pele, mais cortes, mais cicatriz. Neste caso, a resposta é: “Não, a prótese de mama não corrige a flacidez”. Se colocada, a mama ficaria grande e caída.

Terceiro: É a associação dos dois casos acima. Reduzir o envoltório ao mesmo tempo de aumentar o conteúdo. É indicado quando a paciente quer aumentar as mamas, mas tem uma flacidez que não seria compensada com a prótese de volume adequado, precisando ainda retirar pele. Neste caso, a retirada de pele é menor devido ao aumento de volume com a prótese, ficando uma cicatriz menor (muitas vezes apenas ao redor da aréola). No caso em questão, a resposta seria: “A prótese de mama corrige apenas parcialmente a flacidez da mama”.

Para apimentar mais a discussão, ainda existem variáveis pessoais, como o tipo e elasticidade natural da pele, histórico de amamentação, biótipo, genética da paciente. Tudo isso influencia na decisão e pode alterar o resultado de cada uma destas condutas.

Dr. André Colaneri

Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

www.cirurgiaestetica.com.br



Escrito por Dr. André Colaneri às 17h22
[] [envie esta mensagem] [ ]



 
 

Peeling a LASER DE CO2 FRACIONADO

 

O envelhecimento da pele é devido à mudanças em sua estrutura, que ocorrem com o passar do tempo e podem ser aceleradas por fatores externos, como sol, cigarro, doenças, stress, etc.

Entre as alterações mais significativas estão a perda da hidratação, o afinamento da derme (camada mais profunda), o espessamento da epiderme (camada mais superficial), a perda de elasticidade e da quantidade de colágeno.  Tudo isso associado faz a pele ficar com a aparência enrugada, flácida e fina.

O peeling é um tratamento que consiste em desbastar as camadas da pele, proporcionando uma regeneração controlada, revitalizando-a. Os peelings podem ser classificados conforme a profundidade em que atingem na pele, ou seja, conforme as camadas que lesam e regeneram.

Os peelings superficiais atingem apenas a epiderme,  primeira camada. Por serem menos agressivos, proporcionam uma leve descamação e recuperação rápida.  São melhor indicados para tratar manchas muito superficiais e para melhorar a textura da pele. Porém, por não atingirem a derme (camada profunda onde há maior acumulo de colágeno), não proporcionam melhora em termos de flacidez e marcas mais profundas, como rugas ou manchas.

Os peelings médios e profundos, atingem a derme, causando maior remodelação da pele, com aumento da produção de colágeno, reorientação das fibras de colágeno, retração da pele, melhora de manchas mais profundas.


Quanto mais profundo o peeling, maior o dano à pele e consequentemente maior remodelação e retração da mesma. Porém, uma dano maior também traz um maior risco de complicações, como manchas e cicatrizes – principalmente em peles mais escuras. Portanto, eles são mais seguros se realizados em pacientes com pele clara (tipos I a III de Fitzpatrick – veja Box abaixo).

O peeling de Laser de CO2 Fracionado, é um peeling profundo, aprimorado a partir do antigo peeling conhecido como Ressurfacing. A grande evolução do método foi fracionar a aplicação do laser de CO2, que antes era continua (atingia toda a pele, como um scanner), e hoje atinge de maneira interrupta (como uma luz através de uma peneira). Por não queimar toda a superfície da pele e deixar pequenos fragmentos de pele íntegra, a recuperação é muito mais rápida e as complicações infreqüentes, apesar de proporcionar resultados muito satisfatórios.

É indicado para flacidez, manchas, rugas superficiais, seqüelas de acne, estrias.

A aplicação é dolorosa e pode ser realizada com anestesia tópica (cremes) ou associada à leve sedação. Dura em média 20 minutos.

Imediatamente após a aplicação a pele fica levemente avermelhada e não apresenta dor. Inclusive, não é comum a ter dor em nenhuma fase da recuperação. Um leve ardor pode ocorrer esporadicamente.

No segundo dia pós-peeling é quando aparecem mais evidentes as reações ao dano causado pelo laser de CO2 fracionado: a vermelhidão torna-se mais intensa e o inchaço é comum. É o pior dia da recuperação. Para minimizar estas alterações é indicado fazer compressas geladas na área no dia da aplicação e tb neste segundo dia. Felizmente não costuma doer.

A pele aos poucos vai se tornando ressecada e surgem pequenas crostas nos locais da penetração do laser. O uso de hidratantes especiais é muito importante para reduzir a sensação de ressecamento, ardor se presente e favorecer a regeneração. Depois de 3 a 4 dias ocorre a descamação das minúsculas crostas, a pele regenera e vai aos poucos reduzindo a vermelhidão, agora bem menos intensa.

Com a descamação, a pele passa a apresentar uma textura mais macia, com menos manchas, mais lisa. Com a produção e reorganização do colágeno (que perdura por alguns meses), a pele retrai e a flacidez é reduzida. Nova aplicação pode ser realizada depois de 30 a 60 dias, caso indicado para aprimorar ainda mais o resultado já obtido.

É fundamental o uso de protetor solar fator 40 ou mais, no mínimo 2 vezes ao dia, além de evitar exposição contínua ao sol. Cremes clareadores podem ser usados, conforme necessidade. Pacientes que apresentam herpes labial devem fazer uso de medicamento antes e depois, para evitar o aparecimento das lesões.

Como qualquer procedimento medico, a aplicação do laser de CO2 fracionado deve ser realizado por medico especialista e capacitado, para maximizar os resultados e minimizar os riscos.

Dr. André G. Freitas Colaneri

Especialista pela sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

 

Fototipos de Fitzpatrick

Fototipos

Descrição

Ex: comum

Tipo I

Queima com facilidade, nunca bronzeia

Ruivos

Tipo II

Queima com facilidade, bronzeia muito pouco

Loiros de olhos claros

Tipo III

Queima moderadamente, bronzeia moderadamente

Pele clara olhos escuros

Tipo IV

Queima pouco, bronzeia com facilidade

Pele morena

Tipo V

Queima raramente, bronzeia bastante

mulato

Tipo VI

Nunca queima

negro

 

 

 

 



Categoria: cirurgia plastica
Escrito por Dr. André Colaneri às 08h31
[] [envie esta mensagem] [ ]



 
 

CIRURGIA PLÁSTICA TEM RISCO?


Especialista é aquele que estudou e se especializou ao máximo sobre algum tema. É o grau máximo a expertise. Sobre isso acho que não existem duvidas.

A formação do cirurgião plástico Especialista é difícil, desgastante e longa. Primeiramente é necessário formar-se em medicina, como qualquer médico. Depois de formado e ter CRM, é preciso prestar novo vestibular para Cirurgia Geral. Passando neste novo vestibular, cursa-se a residência em cirurgia geral, tida como uma das mais difíceis e desgastantes residências de toda área médica. É comum plantões em dias alternados, estuda-se muito, dorme-se quase nada, ganha-se menos ainda, mas opero-se muito (e por isso ela é tão importante).

A residência médica é um treinamento sob supervisão de professores, em que o residente atua na especialidade como especialista, porém sempre com o auxilio de alguém mais experiente. São dois anos fazendo cirurgias, treinando técnicas e se aperfeiçoando. Formado, o medico recebe o Titulo de Especialista em Cirurgia Geral.

Agora Cirurgião Geral Especialista, o médico pretendente a cirurgião plástico, precisa fazer novo vestibular para cirurgia plástica (somente os que já tem título de cirurgia geral podem fazer a prova). Este é um dos mais, se não o mais, competido dos concursos de residência! Passando (poucos passam), o médico deve cursar novamente mais 3 anos de residência, operando muito, estudando ainda mais e ganhando pouco. Apos estes 3 anos de treinamento supervisionado em cirurgia plástica, o residente está apto para fazer a prova de título da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Veja bem, somente depois de 11 anos de estudos e treinamentos (6 de medicina, 2 de cirurgia geral e 3 de cirurgia plástica) é que o medico poderá fazer a prova de titulo. Mesmo assim, somente se aprovado nesta prova, recebe o Titulo de Cirurgião Plástico Especialista pela Sociedade de Cirurgia Plástica!!!

Infelizmente, hoje existem muitos médicos que se intitulam especialistas em cirurgia plástica sem serem cirurgiões plásticos Especialistas em Cirurgia Plástica pela SBCP. São médicos de outras especialidades (otorrinos, oftalmologistas, cirurgiões gerais, etc) que fazem cirurgia plástica, muitas vezes até se intitulando “cirurgiões plásticos faciais” ou de “mamas”, ou outra subdivisão.

Importante e fundamental é saber que o Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica nos 11 anos de formação aprendeu TODAS  as cirurgias plásticas, estéticas e reparadoras. Ele é apto e sabe fazer qualquer cirurgia plástica, por isso é Especialista e estudou tanto! Logo, cuidado, quem parece ser cirurgião especialista em “alguma parte apenas” pode não ser especialista em nenhuma cirurgia plástica.

Por isso fico muito chateado quando falam que a Lipo  ou alguma cirurgia plástica é arriscada, quando temos tantos NÃO especialistas operando, o que logicamente aumenta o risco da cirurgia, pois não tem a formação adequada, a expertise do verdadeiro Especialista. Depois é a “cirurgia”que leva a fama... É claro que toda cirurgia tem riscos, mas se realizada por especialista ela se torna muito mais segura.

Visto isso, fica o meu conselho:

CIRURGIA PLÁSTICA É SIM SOMENTE COM CIURGIÃO PLÁSTICO, mas CUIDADO, certifique-se que o cirurgião é membro da SOCIEDADE BRASIEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA, pois somente assim ele terá tido a formação e expertise máximas do verdadeiro ESPECIALISTA!!!

Dr. André G. Freitas Colaneri

Especialista pela Soc. Brasileira de Cirurgia Plástica

 

 



Categoria: cirurgia plastica
Escrito por Dr. André Colaneri às 10h25
[] [envie esta mensagem] [ ]



LIPOASPIRAÇÃO A LASER

 

A lipoaspiração é sem duvida a cirurgias plástica mais comentada entre todas.  Há varias razões para isso, entre elas: ser o sonho de consumo entre muitas mulheres, ser uma das cirurgias plásticas mais realizadas, estar sempre na mídia, pelo medo dos pacientes produzido por relatos negativos da mídia, pela divulgação de inúmeras técnicas tidas como milagrosas e sempre havendo uma “última técnica do momento”, entre outros motivos...

 

Escrevi inúmeros artigos sobre quase todos estes tópicos (veja http://www.cirurgiaestetica.com.br/artigos.asp ), mas o assunto sempre rende um pouco mais...

 

Devido à mítica do Laser, onde tudo que se refere a “laser”, parece ser mais moderno, seguro e sofisticado, a lipo a laser tem sido muito comentada. Ela, como todas as lipos é uma cirurgia da especialidade da cirurgia plástica e portanto deve ser realizada por cirurgião plástico especialista.

 

Também como toda lipoaspiração realizada hoje, é feita pelo método tumescente, quando se injeta uma solução na gordura para aumentar o seu volume, visando facilitar a retirada. A solução frequentemente é formada por soro fisiológico, adrenalina (para reduzir o sangramento) e anestésicos locais. Por incisões muito pequenas, em torno de 4 mm, uma cânula com laser na ponta é introduzida na camada de gordura e, ao entrar em contato com as células de gordura, leva-as à ruptura devido ao calor emitido pelo laser. Depois de usada a cânula a laser, a camada de gordura encontra-se parcialmente destruida e libera a gordura “liquefeita”. Para retirar a gordura e os detritos das células rotas, outra cânula (geralmente tradicional) é introduzida e se faz a lipo tradicional. O laser não retira gordura, apenas a destrói.

 

Tenho realizado a vibrolipoaspiração após o uso da cânula do laser, pois o trauma da cânula vibratória é menor do que a tradicional, levando a um menor sangramento e recuperação mais rápida.

 

A grande vantagem do uso do laser na lipoaspiração, na minha opinião, não está na retida da gordura (muitas técnicas fazem isso com ótimos resultados e segurança, como por exemplo a vibolipoaspiração), mas sim nos efeitos gerados pelo calor emitido pelo laser na camada de gordura. Por liberar calor, o laser também ajuda e minimizar o sangramento, coagulando pequenos vasos (veias e artérias). Também, ao esquentar internamente, pode levar à uma maior contração da pele, com potencial de maior reparação de leve flacidez.

 

Finalizando, a lipo a laser é uma boa alternativa, principalmente em associação à vibrolipoaspiração e em casos de leve flacidez de pele.

 

Dr. André G. Freitas Colaneri

Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

 



Escrito por Dr. André Colaneri às 17h34
[] [envie esta mensagem] [ ]




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]