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O que é Bioplastia?

Você sabe o que é Bioplastia? Também conhecida popularmente como cirurgia sem cicatriz, a bioplastia é um procedimento de preenchimento realizado com um produto chamado PMMA. É um procedimento procurada por homens e mulheres e tem como objetivo aumentar alguma região do corpo.

 


Entenda o que é Bioplastia

A bioplastia tem sido cada vez mais procurada devido a praticidade e conforto que ela oferece. O procedimento pode ser feito em diversos locais do corpo onde se deseja aumentar o volume, como no nariz, queixo, glúteos, entre outros.

Dependendo do caso, O paciente não será submetido a internação, o processo pode ser feito no próprio consultório médico. Mas, claro que primeiramente o paciente já deverá ter passado por consulta, avaliação médica e estar preparado para a realização do procedimento.

Antes de começar a bioplastia, o cirurgião plástico irá fazer as marcações no local onde será realizado o procedimento. Em alguns casos, não é necessário sedação, apenas anestesia local, isso porque o procedimento é realizado sem cortes, são feitas aplicações com “injeções” do produto que irá realizar o preenchimento. Esse material é biocompatível, ou seja, ele constuma ser bem aceito quando é aplicado no organismo.

A bioplastia leva cerca de 30 a 60 minutos, mais isso vai variar dependendo do local em que será realizada. A aplicação é feita com a quantidade exata para se obter o preenchimento necessário. Após terminar o procedimento, não são aplicados pontos, apenas um esparadrapo, o paciente também não ficará em observação na clínica, após realizar a bioplastia ele já pode ir para casa.

Benefícios e resultados finais da Bioplastia

A bioplastia oferece diversos benefícios, o principal motivo das pessoas procurarem por esse procedimento é o fato de não ocorrer cortes, isso oferece conforto e despreocupação do paciente, que não terá que passar por internação e nem se preocupar com grandes cuidados de um pós-operatório, diferente de uma cirurgia tradicional. Porém, os resultado não podem ser comparados com uma cirurgia, que costuma ser mais completa e proporcionar mudanças mais abrangentes.

Em casos em que não há sedação, o paciente fica consciente durante todo o procedimento, e após a realização do procedimento já está liberado, podendo realizar normalmente as suas atividades. Vale ressaltar, que na região onde for realizado o procedimento poderá surgir leve vermelhidão.

Agora que você já sabe o que é Bioplastia, é muito importante lembrar que esse procedimento é irreversível, por isso fundamental que o paciente converse com o médico que irá realizar o procedimento, explicando quais os resultados e as expectativas que espera em relação a bioplastia. Isso é muito importante porque assim é possível criar uma relação de confiança e o médico irá te esclarecer se o procedimento é correto ou não para o que você está procurando.

Apesar de ser um procedimento simples para o paciente, a bioplastia oferece riscos como qualquer outro procedimento cirúrgico, por isso é fundamental a escolha de um médico especialista e muito profissional para realizar o procedimento. Por ser irreversível, se não for realizada por um médico capacitado a bioplastia pode trazer grandes complicações.

 

 

Para maiores dúvidas sobre esse e outros procedimentos cirúrgicos, consulte as perguntas frequentes que são respondidas pelo Dr. André Colaneri, cirurgião plástico especialista e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.




Escrito por Dr. André Colaneri às 11h09
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Hidro LIpo, Mini Lipo, Lipo Light, Lipo Tumescente - Vale a pena?

Hoje muito se tem divulgado sobre técnicas de lipoaspiração, sobretudo as realizadas com anestesia local. Isso se deve ao grande desenvolvimento das técnicas, melhora dos anestésicos locais, aumento da segurança e bons resultados na maioria dos casos.

Na verdade, a lipoaspiração com anestesia local sempre existiu, mas agora pode ser realizada com maior conforto e segurança graças ao desenvolvimento de anestésicos mais eficazes e cânulas menores.

Porém, como golpe de marketing, tenta-se desvencilhar a lipoaspiração tradicional das realizadas com anestesia local, como se fosse uma outra técnica, sugerindo até que não mais é cirurgia. Insinua-se que, se realizada em consultorio, a lipo seria até mais segura. Costuma-se também fracionar a cirurgia em vários procedimentos menores, realizados em intervalos de semanas.

Infelizmente muitas destas afirmações não são verdadeiras. Primeiramente, o ambiente mais seguro para qualquer cirurgia é o centro cirúrgico hospitalar. Somente lá há todos os recursos para a reversão de eventuais e indesejáveis complicações, alem de uma higienização adequada, com menor risco de infecção. Um consultório jamais terá os equipamentos de segurança nem de controle à infecção que os hospitais têm. Segundo, lipo light, minilipo, hidrolipo, lipo tumescente, etc., são todas lipoaspirações e, portanto, cirurgias. E como cirurgias, podem ter complicações, apesar de raras. E, para tratar uma eventual complicação, é necessário ter aparelhos para tanto, que os consultórios não têm.

Outro fator apontado como vantagem nas lipos pequenas, fragmentar a cirurgia em várias menores, na verdade é desvantagem. O risco de ficar com irregularidades entre as várias áreas lipoaspiradas em tempos diferentes é muito maior. É também mais freqüente a insatisfação do paciente devido a pouca retirada de gordura, visto que a anestesia local dura pouco e o procedimento tem que ser rápido. Somando-se a isso, há o risco cumulativo de vários procedimentos, cada um tendo chance de infecção, irregularidades, etc.

Um último e importante ponto a ser ponderado, é a da capacitação profissional de quem executa a cirurgia. Qualquer tipo de lipo (minilipo, lipo-light, micro-lipo, hidrolipo, lipo tradicional, etc.) é lipoaspiração, uma cirurgia do campo da cirurgia plástica e o único médico capacitado para tal é o cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Infelizmente hoje há muitos médicos não cirurgiões plásticos fazendo lipo, e como os hospitais só permitem que os verdadeiros especialistas usem o centro cirúrgico para tal, os não especialistas acabam por fazer em consultórios ou em clínicas.

Por fim, vale a pena frisar que a lipoaspiração é a cirurgia plástica mais realizada entre todas, com ótimos resultados na imensa maioria dos casos e com alto índice de segurança, desde que realizada por especialista e em ambiente hospitalar.

Dr. André G. Freitas Colaneri

Cirurgião Plástico Especialista pela Soc. Brasileira de Cirurgia Plástica



Escrito por Dr. André Colaneri às 08h29
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A prótese corrige a flacidez das mamas?

 

“Dr, a protese de mama corrige a minha flacidez?”. Acho que perdi a conta de quantas vezes ouvi esta pergunta no consultório. Realmente é uma boa pergunta, de resposta variável. O que pode ser indicado para uma paciente, pode não funcionar para outra semelhante. Vamos então tentar discutir sobre o tema e elucidar o caso.

A flacidez da mama ocorre quando há uma desarmonia entre o conteúdo e o envoltório desta (pele). Enquanto a mama tiver um conteúdo capaz de preencher totalmente seu envoltório, deixando-o esticado, a mama costuma ficar “em pé”, bonita e acima do sulco mamário (dobra abaixo da mama).

A flacidez das mamas costuma ocorrer depois de um episódio de aumento e diminuição de volume., como gravidez, ganho de peso seguido de emagrecimento, etc.

Sabendo que a mama é composta por glândula e gordura, o aumento de volume pode ser devido ao aumento da parte glandular, da parte gordurosa ou de ambas.

Durante a amamentação, a glândula aumenta devido à produção de leite.  Durante o ganho de peso, ao engordar, a mama aumenta devido ao aumento da gordura. Na gestação é comum  a associação destes dois fatores. Ambos fazem a pele esticar para acomodar o maior volume mamário.

Acontece, porém, que a pele é um elástico fraco, que sofre ao ser esticado. As estrias são a marca do rompimento das fibras elásticas da pele. Ela, mesmo sem estrias, não retornará ao tamanho de antes do estiramento, mesmo que a paciente retorne ao peso original. Sempre haverá um laceamento da pele.

Esse laceamento da pele comumente leva à um descompasso entre o volume existente na mama e seu envoltório, a pele. Há mais pele em relação à mama, somado à uma pior qualidade elástica e de suporte da pele, gerada pelo estiramento e rompimento as fibras elásticas. O resultado disso? A queda da mama, também conhecida como ptose.

Sabendo isso então, voltemos à pergunta: “Dr., a prótese de mama corrige a minha flacidez?”. A resposta é: Depende.

OK, vamos retomar a discussão!

Pelo que vimos anteriormente, para a mama ficar esticada é necessário que o conteúdo esteja em harmonia como o envoltório. Podemos, então, fazer três ajustes para adequá-los:

Primeiro: aumentar o conteúdo e esticar a pele até ela ficar tensa novamente. Isso pode ser feito com uma prótese. Mas há limites... A tamanho da prótese deve ser esteticamente aceitável, para não ficar enorme, artificial. Logo, a flacidez de pele deve ser pequena, para que uma prótese de tamanho adequado a estique e ainda fique bonito. Geralmente isso ocorre nos casos de pseudoptose, ou seja, uma flacidez leve em que a aréola ainda está acima do sulco mamário. Este caso é mais comum em mulheres magras com mamas pequenas. Para este caso, a resposta da pergunta é: “Sim, a protese de mama corrige a flacidez”.

Segundo: Reduzir a envoltório e adequá-lo ao conteúdo. Isso é geralmente feito quando o volume da mama é grande ou moderado e não se pretende aumentar, podendo até reduzir. A cirurgia é a mamoplastia redutora (em casos de redução do volume) ou lifting das mamas (mastopexia, quando se pretende levantar sem modificar o tamanho). A cirurgia consiste em retirar o excesso de pele e reduzir a glandula. A cicatriz será proporcional à flacidez, ao excesso de pele a ser retirado: quanto mais pele, mais cortes, mais cicatriz. Neste caso, a resposta é: “Não, a prótese de mama não corrige a flacidez”. Se colocada, a mama ficaria grande e caída.

Terceiro: É a associação dos dois casos acima. Reduzir o envoltório ao mesmo tempo de aumentar o conteúdo. É indicado quando a paciente quer aumentar as mamas, mas tem uma flacidez que não seria compensada com a prótese de volume adequado, precisando ainda retirar pele. Neste caso, a retirada de pele é menor devido ao aumento de volume com a prótese, ficando uma cicatriz menor (muitas vezes apenas ao redor da aréola). No caso em questão, a resposta seria: “A prótese de mama corrige apenas parcialmente a flacidez da mama”.

Para apimentar mais a discussão, ainda existem variáveis pessoais, como o tipo e elasticidade natural da pele, histórico de amamentação, biótipo, genética da paciente. Tudo isso influencia na decisão e pode alterar o resultado de cada uma destas condutas.

Dr. André Colaneri

Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

www.cirurgiaestetica.com.br

 

 



Categoria: cirurgia plastica
Escrito por Dr. André Colaneri às 17h24
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A prótese corrige a flacidez das mamas?

“Dr, a protese de mama corrige a minha flacidez?”. Acho que perdi a conta de quantas vezes ouvi esta pergunta no consultório. Realmente é uma boa pergunta, de resposta variável. O que pode ser indicado para uma paciente, pode não funcionar para outra semelhante. Vamos então tentar discutir sobre o tema e elucidar o caso.

A flacidez da mama ocorre quando há uma desarmonia entre o conteúdo e o envoltório desta (pele). Enquanto a mama tiver um conteúdo capaz de preencher totalmente seu envoltório, deixando-o esticado, a mama costuma ficar “em pé”, bonita e acima do sulco mamário (dobra abaixo da mama).

A flacidez das mamas costuma ocorrer depois de um episódio de aumento e diminuição de volume., como gravidez, ganho de peso seguido de emagrecimento, etc.

Sabendo que a mama é composta por glândula e gordura, o aumento de volume pode ser devido ao aumento da parte glandular, da parte gordurosa ou de ambas.

Durante a amamentação, a glândula aumenta devido à produção de leite.  Durante o ganho de peso, ao engordar, a mama aumenta devido ao aumento da gordura. Na gestação é comum  a associação destes dois fatores. Ambos fazem a pele esticar para acomodar o maior volume mamário.

Acontece, porém, que a pele é um elástico fraco, que sofre ao ser esticado. As estrias são a marca do rompimento das fibras elásticas da pele. Ela, mesmo sem estrias, não retornará ao tamanho de antes do estiramento, mesmo que a paciente retorne ao peso original. Sempre haverá um laceamento da pele.

Esse laceamento da pele comumente leva à um descompasso entre o volume existente na mama e seu envoltório, a pele. Há mais pele em relação à mama, somado à uma pior qualidade elástica e de suporte da pele, gerada pelo estiramento e rompimento as fibras elásticas. O resultado disso? A queda da mama, também conhecida como ptose.

Sabendo isso então, voltemos à pergunta: “Dr., a prótese de mama corrige a minha flacidez?”. A resposta é: Depende.

OK, vamos retomar a discussão!

Pelo que vimos anteriormente, para a mama ficar esticada é necessário que o conteúdo esteja em harmonia como o envoltório. Podemos, então, fazer três ajustes para adequá-los:

Primeiro: aumentar o conteúdo e esticar a pele até ela ficar tensa novamente. Isso pode ser feito com uma prótese. Mas há limites... A tamanho da prótese deve ser esteticamente aceitável, para não ficar enorme, artificial. Logo, a flacidez de pele deve ser pequena, para que uma prótese de tamanho adequado a estique e ainda fique bonito. Geralmente isso ocorre nos casos de pseudoptose, ou seja, uma flacidez leve em que a aréola ainda está acima do sulco mamário. Este caso é mais comum em mulheres magras com mamas pequenas. Para este caso, a resposta da pergunta é: “Sim, a protese de mama corrige a flacidez”.

Segundo: Reduzir a envoltório e adequá-lo ao conteúdo. Isso é geralmente feito quando o volume da mama é grande ou moderado e não se pretende aumentar, podendo até reduzir. A cirurgia é a mamoplastia redutora (em casos de redução do volume) ou lifting das mamas (mastopexia, quando se pretende levantar sem modificar o tamanho). A cirurgia consiste em retirar o excesso de pele e reduzir a glandula. A cicatriz será proporcional à flacidez, ao excesso de pele a ser retirado: quanto mais pele, mais cortes, mais cicatriz. Neste caso, a resposta é: “Não, a prótese de mama não corrige a flacidez”. Se colocada, a mama ficaria grande e caída.

Terceiro: É a associação dos dois casos acima. Reduzir o envoltório ao mesmo tempo de aumentar o conteúdo. É indicado quando a paciente quer aumentar as mamas, mas tem uma flacidez que não seria compensada com a prótese de volume adequado, precisando ainda retirar pele. Neste caso, a retirada de pele é menor devido ao aumento de volume com a prótese, ficando uma cicatriz menor (muitas vezes apenas ao redor da aréola). No caso em questão, a resposta seria: “A prótese de mama corrige apenas parcialmente a flacidez da mama”.

Para apimentar mais a discussão, ainda existem variáveis pessoais, como o tipo e elasticidade natural da pele, histórico de amamentação, biótipo, genética da paciente. Tudo isso influencia na decisão e pode alterar o resultado de cada uma destas condutas.

Dr. André Colaneri

Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

www.cirurgiaestetica.com.br



Escrito por Dr. André Colaneri às 17h22
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Peeling a LASER DE CO2 FRACIONADO

 

O envelhecimento da pele é devido à mudanças em sua estrutura, que ocorrem com o passar do tempo e podem ser aceleradas por fatores externos, como sol, cigarro, doenças, stress, etc.

Entre as alterações mais significativas estão a perda da hidratação, o afinamento da derme (camada mais profunda), o espessamento da epiderme (camada mais superficial), a perda de elasticidade e da quantidade de colágeno.  Tudo isso associado faz a pele ficar com a aparência enrugada, flácida e fina.

O peeling é um tratamento que consiste em desbastar as camadas da pele, proporcionando uma regeneração controlada, revitalizando-a. Os peelings podem ser classificados conforme a profundidade em que atingem na pele, ou seja, conforme as camadas que lesam e regeneram.

Os peelings superficiais atingem apenas a epiderme,  primeira camada. Por serem menos agressivos, proporcionam uma leve descamação e recuperação rápida.  São melhor indicados para tratar manchas muito superficiais e para melhorar a textura da pele. Porém, por não atingirem a derme (camada profunda onde há maior acumulo de colágeno), não proporcionam melhora em termos de flacidez e marcas mais profundas, como rugas ou manchas.

Os peelings médios e profundos, atingem a derme, causando maior remodelação da pele, com aumento da produção de colágeno, reorientação das fibras de colágeno, retração da pele, melhora de manchas mais profundas.


Quanto mais profundo o peeling, maior o dano à pele e consequentemente maior remodelação e retração da mesma. Porém, uma dano maior também traz um maior risco de complicações, como manchas e cicatrizes – principalmente em peles mais escuras. Portanto, eles são mais seguros se realizados em pacientes com pele clara (tipos I a III de Fitzpatrick – veja Box abaixo).

O peeling de Laser de CO2 Fracionado, é um peeling profundo, aprimorado a partir do antigo peeling conhecido como Ressurfacing. A grande evolução do método foi fracionar a aplicação do laser de CO2, que antes era continua (atingia toda a pele, como um scanner), e hoje atinge de maneira interrupta (como uma luz através de uma peneira). Por não queimar toda a superfície da pele e deixar pequenos fragmentos de pele íntegra, a recuperação é muito mais rápida e as complicações infreqüentes, apesar de proporcionar resultados muito satisfatórios.

É indicado para flacidez, manchas, rugas superficiais, seqüelas de acne, estrias.

A aplicação é dolorosa e pode ser realizada com anestesia tópica (cremes) ou associada à leve sedação. Dura em média 20 minutos.

Imediatamente após a aplicação a pele fica levemente avermelhada e não apresenta dor. Inclusive, não é comum a ter dor em nenhuma fase da recuperação. Um leve ardor pode ocorrer esporadicamente.

No segundo dia pós-peeling é quando aparecem mais evidentes as reações ao dano causado pelo laser de CO2 fracionado: a vermelhidão torna-se mais intensa e o inchaço é comum. É o pior dia da recuperação. Para minimizar estas alterações é indicado fazer compressas geladas na área no dia da aplicação e tb neste segundo dia. Felizmente não costuma doer.

A pele aos poucos vai se tornando ressecada e surgem pequenas crostas nos locais da penetração do laser. O uso de hidratantes especiais é muito importante para reduzir a sensação de ressecamento, ardor se presente e favorecer a regeneração. Depois de 3 a 4 dias ocorre a descamação das minúsculas crostas, a pele regenera e vai aos poucos reduzindo a vermelhidão, agora bem menos intensa.

Com a descamação, a pele passa a apresentar uma textura mais macia, com menos manchas, mais lisa. Com a produção e reorganização do colágeno (que perdura por alguns meses), a pele retrai e a flacidez é reduzida. Nova aplicação pode ser realizada depois de 30 a 60 dias, caso indicado para aprimorar ainda mais o resultado já obtido.

É fundamental o uso de protetor solar fator 40 ou mais, no mínimo 2 vezes ao dia, além de evitar exposição contínua ao sol. Cremes clareadores podem ser usados, conforme necessidade. Pacientes que apresentam herpes labial devem fazer uso de medicamento antes e depois, para evitar o aparecimento das lesões.

Como qualquer procedimento medico, a aplicação do laser de CO2 fracionado deve ser realizado por medico especialista e capacitado, para maximizar os resultados e minimizar os riscos.

Dr. André G. Freitas Colaneri

Especialista pela sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

 

Fototipos de Fitzpatrick

Fototipos

Descrição

Ex: comum

Tipo I

Queima com facilidade, nunca bronzeia

Ruivos

Tipo II

Queima com facilidade, bronzeia muito pouco

Loiros de olhos claros

Tipo III

Queima moderadamente, bronzeia moderadamente

Pele clara olhos escuros

Tipo IV

Queima pouco, bronzeia com facilidade

Pele morena

Tipo V

Queima raramente, bronzeia bastante

mulato

Tipo VI

Nunca queima

negro

 

 

 

 



Categoria: cirurgia plastica
Escrito por Dr. André Colaneri às 08h31
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CIRURGIA PLÁSTICA TEM RISCO?


Especialista é aquele que estudou e se especializou ao máximo sobre algum tema. É o grau máximo a expertise. Sobre isso acho que não existem duvidas.

A formação do cirurgião plástico Especialista é difícil, desgastante e longa. Primeiramente é necessário formar-se em medicina, como qualquer médico. Depois de formado e ter CRM, é preciso prestar novo vestibular para Cirurgia Geral. Passando neste novo vestibular, cursa-se a residência em cirurgia geral, tida como uma das mais difíceis e desgastantes residências de toda área médica. É comum plantões em dias alternados, estuda-se muito, dorme-se quase nada, ganha-se menos ainda, mas opero-se muito (e por isso ela é tão importante).

A residência médica é um treinamento sob supervisão de professores, em que o residente atua na especialidade como especialista, porém sempre com o auxilio de alguém mais experiente. São dois anos fazendo cirurgias, treinando técnicas e se aperfeiçoando. Formado, o medico recebe o Titulo de Especialista em Cirurgia Geral.

Agora Cirurgião Geral Especialista, o médico pretendente a cirurgião plástico, precisa fazer novo vestibular para cirurgia plástica (somente os que já tem título de cirurgia geral podem fazer a prova). Este é um dos mais, se não o mais, competido dos concursos de residência! Passando (poucos passam), o médico deve cursar novamente mais 3 anos de residência, operando muito, estudando ainda mais e ganhando pouco. Apos estes 3 anos de treinamento supervisionado em cirurgia plástica, o residente está apto para fazer a prova de título da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Veja bem, somente depois de 11 anos de estudos e treinamentos (6 de medicina, 2 de cirurgia geral e 3 de cirurgia plástica) é que o medico poderá fazer a prova de titulo. Mesmo assim, somente se aprovado nesta prova, recebe o Titulo de Cirurgião Plástico Especialista pela Sociedade de Cirurgia Plástica!!!

Infelizmente, hoje existem muitos médicos que se intitulam especialistas em cirurgia plástica sem serem cirurgiões plásticos Especialistas em Cirurgia Plástica pela SBCP. São médicos de outras especialidades (otorrinos, oftalmologistas, cirurgiões gerais, etc) que fazem cirurgia plástica, muitas vezes até se intitulando “cirurgiões plásticos faciais” ou de “mamas”, ou outra subdivisão.

Importante e fundamental é saber que o Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica nos 11 anos de formação aprendeu TODAS  as cirurgias plásticas, estéticas e reparadoras. Ele é apto e sabe fazer qualquer cirurgia plástica, por isso é Especialista e estudou tanto! Logo, cuidado, quem parece ser cirurgião especialista em “alguma parte apenas” pode não ser especialista em nenhuma cirurgia plástica.

Por isso fico muito chateado quando falam que a Lipo  ou alguma cirurgia plástica é arriscada, quando temos tantos NÃO especialistas operando, o que logicamente aumenta o risco da cirurgia, pois não tem a formação adequada, a expertise do verdadeiro Especialista. Depois é a “cirurgia”que leva a fama... É claro que toda cirurgia tem riscos, mas se realizada por especialista ela se torna muito mais segura.

Visto isso, fica o meu conselho:

CIRURGIA PLÁSTICA É SIM SOMENTE COM CIURGIÃO PLÁSTICO, mas CUIDADO, certifique-se que o cirurgião é membro da SOCIEDADE BRASIEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA, pois somente assim ele terá tido a formação e expertise máximas do verdadeiro ESPECIALISTA!!!

Dr. André G. Freitas Colaneri

Especialista pela Soc. Brasileira de Cirurgia Plástica

 

 



Categoria: cirurgia plastica
Escrito por Dr. André Colaneri às 10h25
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LIPOASPIRAÇÃO A LASER

 

A lipoaspiração é sem duvida a cirurgias plástica mais comentada entre todas.  Há varias razões para isso, entre elas: ser o sonho de consumo entre muitas mulheres, ser uma das cirurgias plásticas mais realizadas, estar sempre na mídia, pelo medo dos pacientes produzido por relatos negativos da mídia, pela divulgação de inúmeras técnicas tidas como milagrosas e sempre havendo uma “última técnica do momento”, entre outros motivos...

 

Escrevi inúmeros artigos sobre quase todos estes tópicos (veja http://www.cirurgiaestetica.com.br/artigos.asp ), mas o assunto sempre rende um pouco mais...

 

Devido à mítica do Laser, onde tudo que se refere a “laser”, parece ser mais moderno, seguro e sofisticado, a lipo a laser tem sido muito comentada. Ela, como todas as lipos é uma cirurgia da especialidade da cirurgia plástica e portanto deve ser realizada por cirurgião plástico especialista.

 

Também como toda lipoaspiração realizada hoje, é feita pelo método tumescente, quando se injeta uma solução na gordura para aumentar o seu volume, visando facilitar a retirada. A solução frequentemente é formada por soro fisiológico, adrenalina (para reduzir o sangramento) e anestésicos locais. Por incisões muito pequenas, em torno de 4 mm, uma cânula com laser na ponta é introduzida na camada de gordura e, ao entrar em contato com as células de gordura, leva-as à ruptura devido ao calor emitido pelo laser. Depois de usada a cânula a laser, a camada de gordura encontra-se parcialmente destruida e libera a gordura “liquefeita”. Para retirar a gordura e os detritos das células rotas, outra cânula (geralmente tradicional) é introduzida e se faz a lipo tradicional. O laser não retira gordura, apenas a destrói.

 

Tenho realizado a vibrolipoaspiração após o uso da cânula do laser, pois o trauma da cânula vibratória é menor do que a tradicional, levando a um menor sangramento e recuperação mais rápida.

 

A grande vantagem do uso do laser na lipoaspiração, na minha opinião, não está na retida da gordura (muitas técnicas fazem isso com ótimos resultados e segurança, como por exemplo a vibolipoaspiração), mas sim nos efeitos gerados pelo calor emitido pelo laser na camada de gordura. Por liberar calor, o laser também ajuda e minimizar o sangramento, coagulando pequenos vasos (veias e artérias). Também, ao esquentar internamente, pode levar à uma maior contração da pele, com potencial de maior reparação de leve flacidez.

 

Finalizando, a lipo a laser é uma boa alternativa, principalmente em associação à vibrolipoaspiração e em casos de leve flacidez de pele.

 

Dr. André G. Freitas Colaneri

Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

 



Escrito por Dr. André Colaneri às 17h34
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PRÓTESE DE MAMA, QUAL A IDEAL PARA MIM?

Talvez esta seja a pergunta mais freqüente que recebo, seja em consulta, por amigos ou pelo e-mail do meu site. Ela vem muitas vezes acompanhada da observação: “Minha amiga colocou ‘X’ ml e ficou ótima, quero igual!”. Mas será que se colocarmos a prótese igual à da amiga ficaremos igual a ela?

Infelizmente não, a medicina não é tão simples assim. Cada paciente tem diferentes características (peso, altura, biótipo, tipo de mamas, histórico de filhos, histórico de amamentação, expectativas e desejos quanto ao resultado a ser obtido). Sendo assim, uma prótese igual a da sua amiga poderá ficar muito diferente da qual idealiza para você, mesmo que o peso e altura de vocês sejam iguais!

 Há também inúmeras variáveis a serem observadas. Existem muitos tipos de próteses diferentes: perfil baixo, perfil moderado, perfil alto, perfil anatômico, prótese lisa, prótese texturizada, prótese de poliuretano. Sobre o material do interior da prótese pode ser de silicone ou salina (soro fisiológico). Não bastasse isso, ainda podemos escolher o plano de colocação abaixo do músculo ou acima do músculo e colocar a cicatriz na axila, na aréola ou abaixo da mama! E tudo isso pode ser associado de maneira independente, podendo ser escolhido um tipo de prótese, um tipo de cicatriz e um local para colocação da prótese que se adapte melhor a cada paciente.

Aquela outra pergunta costumeira: “É verdade que a prótese abaixo do músculo é mais natural?”, nem sempre é verdade. De maneira geral, para as pacientes que têm mamas muito pequenas, praticamente sem glândula, a prótese abaixo do músculo dá um resultado mais natural, visto que o músculo peitoral maior recobre a prótese, disfarçando o contorno desta. Porém, para pacientes que têm um volume razoável de glândula, a prótese acima do músculo pode ficar mais natural, devido à sua maior mobilidade com a mama, o que não costuma ocorrer na prótese abaixo do músculo.

As expectativas das pacientes também são igualmente variáveis. Algumas querem apenas um leve aumento da mama, outras pretendem ficar mais sensuais, há também aquelas que pretendem apenas repor o volume que perderam após a amamentação.

Porém, infelizmente nem todas podem ter um leque tão amplo de escolha. Há também as limitações técnicas, como por exemplo: a cicatriz peri-areolar não pode ser usada em pacientes com aréolas muito pequenas. Outra: a prótese de perfil anatômico não pode ser colocada pela axila, etc.

Sendo assim, diante de tantas variáveis e diferenças, o melhor a fazer é procurar um cirurgião plástico  da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com expertise em prótese de mamas e consultar-lhe. Juntos, somando suas expectativas e o conhecimento dele, chegarão a uma escolha mais acertada da melhor prótese para o seu caso!

 

Dr. André G. Freitas Colaneri

 Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

 



Escrito por Dr. André Colaneri às 20h50
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A LIPOASPIRAÇÃO É MESMO PERIGOSA?

É comum a idéia de que a lipoaspiração é uma cirurgia perigosa, de grande risco. Isso se deve aos eloqüentes relatos pela mídia das complicações advindas de lipoaspirações, realizadas frequentemente em clinicas e até em consultórios.

Por outro lado, alguns se referem à lipo como se esta não fosse considerada cirurgia.

Ouvimos frequentemente a frase: “Dr., preciso fazer uma cirurgia ou só uma lipo resolve?” Esta noção de simplicidade do procedimento, baixo risco e rápida recuperação também tem sido muito divulgada pela imprensa, levando muitos a esta enganosa percepção da lipoaspiração.

Afinal, qual a realidade? Quão seguro é este procedimento? Quais as medidas de segurança que devo tomar para não me arrepender?

Primeiramente: Lipoaspiração é sim uma cirurgia, da especialidade da Cirurgia Plástica, e como qualquer cirurgia envolve riscos. Logo, um especialista em cirurgia plástica deverá ser o responsável pela execução. Exposto desta forma, até parece óbvio demais para ser escrito neste blog sobre cirurgia plástica. Concordo, não fossem os muitos médicos não especialistas que tem se aventurado a fazer lipoaspirações e se divulgado como especialistas em medicina estética.

O verdadeiro especialista em cirurgia plástica além de ter estudado os 6 anos de medicina e se formado médico, tem mais 5 anos de residência, supervisionados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Depois destes 11 anos de intensos estudos, é necessário para se obter o Titulo de Especialista ainda ser aprovado em difícil exame da Soc. Brás. de Cirurgia Plástica. Sendo assim, não existe nenhum médico especialista em lipoaspiração não pertencente a esta Sociedade. Vale ainda dizer, que o conselho Federal de Medicina nem reconhece medicina estética como especialidade, sendo os cirurgiões plásticos os responsáveis por este campo cirúrgico.

Segundo: qualquer cirurgia será sempre mais segura se realizada em hospital, onde há muitos recursos disponíveis para eventuais adversidades. A lipoaspiração, se realizada em clinica não será tão segura quanto em hospital. No consultório, o risco é imensamente maior se comparado ao hospital, pois além de não dispor de recursos, o ambiente é mais propenso a infecções. Logo, aquela idéia de que é melhor fazer várias pequenas cirurgias em consultório em vez de uma em hospital, é muito perigosa.  Um fato interessante é notar que os verdadeiros especialistas têm predileção por fazer as lipoaspirações em ambiente hospitalar e em um tempo só, ao passo que os não especialistas se esforçam para vender a idéia que vários procedimentos em clinicas ou consultórios são melhores. Isso pode se dever ao despreparo para fazer uma cirurgia mais completa ou pelo fato dos hospitais apenas permitirem os especialistas fazerem lipoaspirações.

Um dado importante: a lipoaspiração é uma das cirurgias plásticas mais realizadas e apresenta alto grau de segurança. Mas por que aparecem na mídia tantas complicações? Creio que é porque vende revista, jornal, etc. É como a queda de um avião – aparece em todo lugar. Mas qual o meio de transporte mais seguro? O avião! Ninguem tem medo da cesárea, mas há mais complicações em cesáreas do que em lipos.

Preste ainda atenção em outro detalhe: geralmente as lipoaspirações que saem na mídia com complicações são realizadas em clínicas e muitas por não especialistas! Sendo assim, o risco seria da cirurgia ou de onde e quem foi escolhido para fazê-la?

Com toda a certeza, adversidades podem ocorrer com qualquer um. Porém, se uma complicação acontecer em hospital e com um especialista, dificilmente terá uma conseqüência maior, pois o profissional saberá como lidar com ela e terá todos os recursos necessários para fazê-lo.

Para concluir, a lipoaspiração é uma cirurgia segura, desde que realizada em ambiente hospitalar e com um especialista, um cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

 

Dr. André G. Freitas Colaneri

 Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica


 



Escrito por Dr. André Colaneri às 16h50
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